[Minha essência]

Meu humor atual - i*Eu!
Sobre: Sieger Gandía,24 anos, fonoaudiólogo, estudante de mestrado, virginiano (21/09), 3 tatuagens, fanta uva e saíndo com um cara 11 anos mais velho chamado Fabb.
Agrada a minha essência: Meus amigos, Minha familia, Minha chefa, Meus pacientes, minha afilhada, crianças, animais, cantores latinos (Paulina Rubio, Belinda, Fey, Shakira, Kabah, Juanes...), musica, sexo, as duas coisas juntas, cinema, beijar na boca, cigarro e tequila.
Argh!: Thalia, Jota Quest, gente com fobia a compromisso, gente com incontinência sexual, pessoas interessadas so em sexo, que gritem comigo, receber ordens, falta de educação, brigas dos meus pais, gente falsa, inveja, drogas, sexo sem camisinha, fanta laranja, feijão doce.
Essência destilada:
Sinto Cair - 2ª temporada
Amor Tecido
Español es Fueda
Meu fotolog
Eu no orkut
Essências do passado

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Ilegal.

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por Sieger às [5:03 PM]

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Temporada 3 - Vestido pra matar: Janeiro - Dezembro (resumo)

Unidades alcólicas: 689 (regular)
Cigarros: 1301 (péssimo)
01/01/2005 com: 87.7kg (ruim)
31/12/2005 com: 88.9 kg (ruim)
Peso mínimo: 82.2kg (semi-anoréxico)
Desilusões amorosas: 3 (assim a gente aprende)
2 Cartões de Natal (nada popular)
1 viagem a consumo.
1 faixa branca de ponta amarela no Kung Fu (não mexa comigo... estou um pouco mais letal)
1460 minutos na bicicleta ergométrica (que não resultaram em porra nenhuma).

Temporada 4 - Ilegal

por Sieger às [11:26 AM]

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Expediente de Sábado (anti-penúltimo capítulo da saga Vestido Pra Matar).
Saldo: Não me pesei, 3 cigarros, 0 unidade alcólica, 1 tarado me cantando dentro do ônibus, 1 teoria sobre os homens e 1 dor horrenda de estômago.
Então, acordei melhor. Não lembro exatamente com o que eu sonhei, mas tinha a ver com o Fabb falando em Francês comigo.
Tá certo que eu acordei meio que com raiva dele, mas eu pensei muito (tanto que a comida queimou) e cheguei a uma conclusão:
Nas fábulas infantis existem os príncipes encantados. Homens que eram perfeitos, vestiam roupas azuis, eram carinhosos e gentis, ademais de andarem a cavalo.
Nas fábulas modernas (em especial as que os protagonistas são workaholics, gordinhos, gays e fumantes - ou que sejam a personificação desses três fatores assim como Eu), os príncipes encantados deram lugar aos caras galinhas, sexólatras, depravados, drogados que usam roupas de couro (nada a la Pit Bicha) e ao invés de um cavalo, ostentam uma moto ou um carro.
Anda difícil encontrar homem decente, não somente nas fábulas modernas como em Nova Yorque, Paris, Madrid e São Paulo.
Mediante essa teoria, tentei enquadrar o Fabb em um desses arqueótipos e percebi que ele não é galinha, sexólatra (hum...?), não é depravado ,nem drogado que usa roupas de couro e nem têm moto e nem carro. Ele é um cara maduro que mexe com os meus sentimentos e que, infelizmente, tem alguns problemas pendentes com o ex.
Ao invés de bater o pé e ficar chorando, me entupindo de chocolate a noite inteira como se eu fosse uma criança imatura e caprichosa eu deveria compreendê-lo, pois, como ele mesmo diz, um amor de 3 meses não se apaga com uma borracha, apenas se transforma em uma outra escultura especial chamada amizade que podemos guardar dentro do coração, e, esse não é um processo fácil, como todo serviço de marmoraria, mas o Fabb está dando o melhor de si para que essa obra fique pronta.
Eu sei que eu viajei nos pensamentos, e na hora me bateu uma vergonha, uma vontade de ligar, ouvir a voz dele e pedir desculpas, pois eu tb estou construindo uma escultura para ele no meu coração, e, odeio admitir mas, eu gosto dele.
Acabei ligando, e ele estava dentro do ônibus, mal podia falar comigo...
Então, voltei às minhas atividades: cozinhar, dar comida pra cachorros e ir, correndo a rodoviária. Bem, essa última missão foi a pior, porque o ônibus não passava e eu tive que pegar um taxi, descer no banco, tirar dinheiro e entrar correndo pelo terminal rodoviário (bem tipico).
Cheguei no ônibus e sentei na poltrona 9 (que era onde o meu ticket estava marcado) e do meu lado tinha um cara, aparência de uns 40 anos, moreno, alto e que, do nada, começou a puxar assunto comigo. Conversamos sobre cinema, teatro, música e... depois de 2 horas de trepidações vocais ele solta:
Tarado: Gostei de te conhecer...
Sieger: Obrigado. Vc tb é um cara legal!
Tarado: Vc tem alguém? (eu queria saber se tem uma placa em cima de mim dizendo: SOU GAY).
Sieger: Eu tô saindo com alguém... Ainda não temos nada mas estou gostando muito dessa pessoa.
Tarado: Deve ser uma pessoa feliz...
Sieger: Isso eu não sei.
(...)
Então o tarado pegou na minha mão no ônibus e eu fiquei vermelho e sem reação. Na verdade eu queria descer do ônibus logo, mas precisava ir ao final da linha para comprar a minha passagem de volta e o tarado ia pra lá tb. @#$%¨!
Chegando lá, o tarado soltou:
Tarado: Nossa! Você é todo gostoso! (envergonhado, baixei a cabeça e o boné pra cobrir a cara).
Tarado: Toma aí (ele deu um cartão com o numero de telefone dele e disse no final). Deve ser uma delícia comer você!
Sieger: Eu te ligo (mas mentalmente eu disse: vá a merda seu pervertido!)
Me senti um pedaço de carne sendo oferecido a um urubu. Rasguei o cartão dele e fui pra minha casa.
Comi alguma coisa, assisti Rebelde e depois me arrumei para ir a praia, mas, magicamente, surgiu uma dor na alma do estômago dessas que, se duvidar, faz a gente rolar no chão e pedir arrego por todos os pecados que cometemos durante a nossa vida.
Ficamos na praia, vendo as SOS Malibus passarem de roupas brancas, e uns caras se achando o Xanddy do harmonia do Samba cantando umas musicas num palco. Então, o ano novo começou, nos confraternizamos e vimos os fogos. Me deu uma sensação de esperança...

por Sieger às [8:23 PM]

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